30 de outubro de 2011

Escolhas de uma vida



A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!



Pedro Bial

29 de outubro de 2011



‎" Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. 

Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale... ".

Padre Fábio de Melo

27 de outubro de 2011


Eu sofro sendo assim, eu sofro porque, quando você acha mais da metade do mundo babaca, você passa muito tempo sozinho."
[Tati Bernardi ]

25 de outubro de 2011

Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos, e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias...

Percorra os anos que eu percorri, tropeçe onde eu tropecei, e levante-se assim como eu estou tentando fazer, e então... só aí poderás julgar !!!
Cada um tem a sua própria história!!!
Não compare sua vida com a dos outros!!! Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

Você sabe o meu nome, mas não conhece a minha história !

24 de outubro de 2011

Até que ponto uma rede social influencia em sua vida?Você publica "a",entendem "b" e falam "z";Há mais pessoas interessadas em saber quando você muda seu status de relacionamento a um link interessante de alguma matéria de um portal decente;Você publica um trecho de alguma música e já fazem referência a desilusão, frustração entre outras terminações "ão" negativas.Ao publicar: " sambo bem a dois por mim..." ( trecho de uma musica de Los Hermanos) posso está fazendo referência à minha independência ,ter opinião própria ou simplesmente que não dependo de alguém para saber sambar bem (livre da interpretação da música em si).
Senhoras e senhores, nesta podemos ser verdadeiros,falsos e até mesmo fingir ser algo e/ou alguém que não somos .Porém,o que depende de seu ponto de vista não significa ser minha verdade.